Festival Grito de Mujer 2026 no Brasil

 

Natal, Rio Grande do Norte

 
Grito de Mulher 2026 “Sem Fronteiras”: Um Eco de Resistência e Arte no Brasil

Brasil – Março de 2026 – O Festival Internacional Grito de Mulher 2026, sob o lema “Sem Fronteiras”, ecoou com força comovente em diversas cidades do Brasil, consolidando-se como um espaço vital para a poesia, a arte e a defesa dos direitos das mulheres. O trabalho incansável da coordenadora Sóira Celestino, junto a uma rede de projetos e colaboradores, teceu um amplo percurso de eventos que deram visibilidade às realidades das mulheres migrantes e à luta contra a violência de gênero.

 

Um mês de vozes e ações por todo o país


A programação de março foi um testemunho da diversidade e do compromisso do festival no Brasil, abrangendo desde encontros virtuais até eventos presenciais em São Paulo, Natal, Barretos, Embu Guaçu, Brazópolis, Itapevi e Porto Alegre.

 
 


No dia 1º de março, o festival teve início com o evento virtual “Levanta Mulher ao Mundo”, uma abertura emocionante com a canção composta por Luciana Avoletto e interpretada pela Cia de Dança Luciana Avoletto, um presente do Brasil para o mundo. Ao longo de todo o dia, participantes brasileiros compartilharam reflexões online, marcando as redes sociais do festival.

No dia 5 de março, São Paulo foi palco de dois importantes encontros. À tarde, o Projeto DesConversas, coordenado pela Dra. Sílvia Silva, abordou os desafios dos “Recomeços” para mulheres migrantes. À noite, o Teatro do CEU Cidade Dutra recebeu “Nossas canções de amor”, com Leonardo Andreh e Márcia Cassiano. 

 Paralelamente, entre os dias 5 e 7 de março, a BibliASPA realizou um Mega Bazar com apoio de Daniela Guerreiro, fortalecendo ações com mulheres migrantes.

No dia 6 de março, a Brigadeiria do Gil sediou “Mulheres sem Fronteiras – O mundo a seus pés”, uma homenagem às mulheres. No mesmo dia, a BibliASPA realizou “Mulheres sem Fronteiras – As vozes do passado”, promovendo o encontro entre gerações. Ainda nesse dia, a Brigadeiria do Gil acolheu “Entre vozes e sabores – histórias que cruzam fronteiras”, com participação das autoras do blog Vozes da Influência, coordenado por Vihvi Allves.

 


 

No dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, o Sarau Mentes Brilhantes, coordenado por Rose Vidal e Eliza Muratori, realizou um café da manhã, desfile de moda sustentável e sarau em São Paulo. 

Em Brazópolis, Minas Gerais, a Associação Tangente apresentou a 5ª edição do projeto “Mulheres de Brazópolis”, com exposição fotográfica no Clube Operário – Ecoa.

 

No dia 10 de março, Porto Alegre recebeu o sarau organizado por Soninha Porto e pela Associação Poemas à Flor da Pele, com rodas de conversa, debates e apresentação do Projeto Bancos Vermelhos. 
 
Em Taboão da Serra, Midiam Almeida e a Associação Manas Pretas conduziram o encontro online “Vozes que cruzam fronteiras”.

  
Em São Paulo, a EGC Escola de Gestão e Contas realizou o Sarau EGC – Clarice Lispector, organizado por Mariana Cury, com música ao vivo de Yaya Bonneges.
 


 
 
No dia 11 de março, Natal, Rio Grande do Norte, foi palco de “Fronteiras, Direitos e Dignidade”, na OAB RN, conduzido pelo professor Carlos André, com participação de Karoline Marinho, Milena Gama Canto, Sophia Retiere, Anna Gabriella, Manuella Lemos e Tobias Nobre. Em São Paulo, a EGC Escola de Gestão e Contas realizou o Sarau EGC – Clarice Lispector, organizado por Mariana Cury, com música ao vivo de Yaya Bonneges.
 
Nos dias 12 e 13 de março, Natal sediou o 5º Seminário Internacional Global Academic Connections, em formato online, com apoio da Editora Lattice, OAB-RN e UNI-RN. O encontro reuniu especialistas e acadêmicos para discutir direitos, dignidade e desafios enfrentados por mulheres migrantes.

 
No dia 14 de março, São Paulo manteve sua intensa programação com a palestra “Empoderamento X Feminismo: Mulher vítima provocadora?”, conduzida por Hortense Mbuyi no Espaço WEMA
 


 
Em Embu Guaçu, Luciana Avoletto e a Cia de Dança Lu Avoletto realizaram encontro “Vozes sem fronteiras – Homenagem às mulheres do mundo”. 
 
Ainda nesse dia, a Brigadeiria do Gil sediou o “Sarau Paulistano Sem Fronteiras”.
 
 
 


No dia 17 de março, São Paulo recebeu a “Homenagem ao Dia Internacional da Mulher”, promovida pelo COCCID e liderada pelo Dr. Samir Nakhle Khoury. Em Taboão da Serra, Midiam Almeida conduziu o encontro “Travessias: coragem, maternidade, novos começos”.

No dia 19 de março, a Dra. Sílvia Silva compartilhou sua história como migrante no encontro online “Mulheres sem fronteiras e suas vozes – As histórias que precisam ser contadas”.

No dia 23 de março, São Paulo sediou “O poder do Networking que rompe fronteiras”, com Mar Introini e Global Networking G100

No dia 24, Taboão da Serra deu continuidade ao ciclo com “Sem fronteiras: pertencer é um direito”.

No dia 26 de março, Barretos recebeu “Saúde sem fronteiras”, na Casa da Mulher Paulista, com coordenação de Ana Paula Ferreira e participação da Chef Eliane Cristina, abordando prevenção do câncer e alimentação saudável. 

 

 
No dia 28 de março, São Paulo realizou “Homenagem às mulheres refugiadas – Vozes da Esperança”, no Espaço Maria Festeira, com participação de Vozes Mulheres, Amigos da Esperança, Luci Just, Priscila Morgado, Dra. Fabíola Kayo, Dra. Mônica Souza e Elaine Souza.
 
 

 
Em Natal, o Mulherio Nísia e a Casa da Anna apresentaram o sarau poético “Novos Caminhos, Solos Distantes”, onde histórias de coragem, migração e enfrentamento à violência ganharam voz através da poesia, reunindo mulheres, arte e resistência em um espaço de escuta e partilha. Com a colaboração de Patrícia Almeida, Rejane Souza, Marieta Maia, Mulherio Nísia e Casa da Anna, o encontro fortaleceu laços e transformou vivências em expressão artística. 
 
A poesia também se afirmou como rede de resistência.


 
 
No dia 30 de março, em Itapevi, a Escola EE Prof. Ignês Amélia Oliveira Machado recebeu, pelo segundo ano consecutivo, a ação “Vamos falar sobre feminicídio”. Sóira Celestino, a Dra. Simone Henrique e Maria Paula Pelagardi dialogaram com estudantes do ensino fundamental e médio. 
 
Os jovens participaram ativamente, compartilharam mensagens no microfone aberto e contribuíram para a construção de um mural com palavras de apoio às mulheres vítimas de violência.
 



Finalmente, no dia 31 de março, foi realizado o “Congresso Mulher e Negócios: Sem Fronteiras”, transmitido online. Por segundo ano consecutivo, a AMELAC Brasil promoveu este encontro estruturado em dois eixos: “Soy sin Fronteras”, com painéis sobre internacionalização e migração, e “Migração e Violência: Homenagem a Julieta Hernández”, dedicado à reflexão sobre direitos e violência contra mulheres.
 

 "Congreso Mujer y Negócios: Sin Fronteras" no canal YouTube @amelacbrasil.

 

Pelo segundo ano consecutivo, a AMELAC Brasil fez parte do festival promovendo um congresso que reuniu profissionais para refletir sobre o empreendedorismo, a internacionalização e os processos migratórios, estruturado em dois grandes eixos temáticos.

O congresso incluiu o espaço “Soy sin Fronteras”, focado em experiências de internacionalização de negócios e migração. Dentro deste eixo, foi apresentada uma conferência sobre o Acordo Mercosul–União Europeia, a cargo de Maria Teresa Bustamante, seguida por uma série de painéis organizados de forma independente.

O Painel 1 contou com a participação de Angélica Herrera Muñoz, Hortense Mbuyi e Teresa Leal, que compartilharam suas trajetórias e perspectivas sobre mobilidade e internacionalização.

O Painel 2 reuniu Gislaine Carrijo, Reyna Joe e Laitza Saenz, abordando experiências práticas e desafios em contextos migratórios.

O Painel 3 foi integrado por Aline Iglesias, Ruxia Dai e Christiano Branco, que trouxeram visões diversas sobre o cruzamento de fronteiras no âmbito profissional.

O Painel 4 contou com a participação de Paula Hirata e Ana Paula Montanha, encerrando este eixo com reflexões sobre oportunidades, adaptação e crescimento em cenários internacionais.

O segundo eixo do congresso, intitulado “Migração e Violência: Homenagem a Julieta Hernández”, desenvolveu-se como um espaço de análise e conscientização sobre os processos migratórios, os direitos e a crescente violência contra as mulheres. Este painel reuniu Lois Maldonado, Dra. Simone Henrique, Jaqueline Haywã, Yooselin Morales Murillo, Dra. Sandra Torres Lins, Dr. Adriano Pistorelo, Dra. Alychely Ventura, Dra. Ruth Camacho e Dra. Cleide Aparecida Vitorino, que ofereceram uma visão profunda e comprometida sobre essa realidade.

Este congresso fez parte das atividades do festival, fortalecendo o diálogo, a reflexão coletiva e o compromisso social em torno das mulheres, especialmente em contextos de migração.

 

  

A edição brasileira do Festival Grito de Mulher 2026 foi um poderoso testemunho de unidade, arte e compromisso social, reafirmando que, por meio da cultura, é possível construir um futuro “Sem Fronteiras” para todas as mulheres.


Cabe destacar que o Grito de Mulher, neste ano e desde 2022, faz parte das iniciativas das Coalizões para a Ação da Geração Igualdade da ONU Mulheres e do listado da CIM-OEA, por meio da Fundação Mujeres Poetas Internacional MPI, Inc., com o objetivo de contribuir para erradicar e/ou reduzir a violência contra as mulheres em todo o mundo. 

 

Encontre mais fotografias e vídeos do Grito de Mulher 2026 Brasil no nosso Instagram oficial.


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